História da Igreja

A seção "História da Igreja", da Escola de formação Santo Agostinho visa o estudo e aprofundamento da história da Santa Igreja.

 Os encontros serão desenvolvidos semanalmente às quintas-feiras, a partir do dia 21/08/2014, das 19h30 às 21h30 na própria Paróquia.

Considerações Gerais sobre o Estudo, Grade de Estudos.

Esta primeira parte do estudo, será desenvolvida em 15 encontros, abrangendo o período comp


Início em 21/08, com encontros semanais (todas as quintas), das 19h30 às 21h30.
reendido entre os anos 14 e 325 da nossa era. - de Cristo ao Primeiro Concílio de Nicéia.

Bibliografia: A Igrej

a dos Apóstolos e dos Mártires, de Daniel-Rops com tradução de Emérico da Gama, pela Quadrante, São Paulo 1988.

Os 20 séculos de caminhada da Igreja, Pe. Luiz Cechinato, Editora Vozes, Petrópolis, 2006. 

História da Igreja Católica - Josef, Lenzenweger, pela Edições Loyola.

Os Santos que abalaram o Mundo – René Fülöp-Miller, tradução de Oscar Mendes, José Olympio Editora, Rio de Janeiro 1987.

História da Filosofia, vol I, II e III, Giovanni Reale-Dario Antiseri, Edições Paulinas, São Paulo 1990.

Introdução à História da Filosofia, Georg Wilhelm Friedrich Hegel, tradução de Euclidy Carneiro da Silva, Ediouro, 1986.

História da Filosofia, Julián Marías, tradução Alexandre Pinheiro Torres, Edições Sousa & Almeida, Porto 1987.

Apontamentos do estudo: Uma Visão Básica da Bíblia, desenvolvido na Paróquia Cristo Rei.


Encontro 01 – Considerações Gerais sobre o Estudo, grade de estudos, Introdução.

Encontro 02 – Os primeiros anos.

Encontro 03 – Do ano 50 ao ano 67.

Encontro 04 – Do ano 68 ao ano 96.

Encontro 05 – Do ano 97 ao ano 138.

Encontro 06 – Do ano 138 ao ano 192.

Encontro 07 – Do ano 193 ao ano 235.

Encontro 08 – Do ano 236 ao ano 268.

Encontro 09 – Do ano 269 ao ano 305.

Encontro 10 – Do ano 305 ao ano 311.

Encontro 11 – Constantino.

Encontro 12 – O Arianismo.

Encontro 13 – O Concílio de Niceia.

Encontro 14 – O Concílio de Niceia.

Encontro 15 – Santo Antão.


Debruçando-se sobre os primórdios do cristianismo, quando quase se sente ainda o alento da presença física do Mestre, observamos a constituição da Igreja, os seus ímpetos iniciais e os dilemas que teve de resolver desde a primeira hora, o seu assombroso crescimento e desenvolvimento sob a ação do Espírito vivificador.

Uma “terceira raça”, que se desprenderia do judaísmo e se oporia ao paganismo, insere-se agora nos rumos da História, não sem embates dolorosos que se estendem, sangrentos, até o advento de Constantino. Ao longo dos primeiros quatro séculos, vamos acompanhando a ação dos Apóstolos, principalmente dessas colunas da Igreja que foram São Pedro e São Paulo, a gesta de sangue dos mártires, o perfil dos grandes santos e dos primeiros forjadores das letras e das artes cristãs, o desenrolar do culto e da piedade, a formação dos quadros sempre dentro do marco de uma sociedade que vemos desagregar-se em agonia lenta, numa exaustão que talvez se esteja repetindo nos tempos atuais, mas que, também como hoje, se abre finalmente à esperança da “revolução da Cruz”.

É todo um processo de revezamento, a que não faltam as sombras dos conflitos internos e o claro-escuro dos erros que se prenunciam. Num retrato vivo da natureza humana, afloram os lapsi e todo painel desconcertante das heresias e dos sectarismos que no entanto conduziriam à formulação da teologia cristã e aos grandes Concílios da primeira era, e de que a Igreja saiu robustecida na sua autoridade e unidade.”

Nota da “orelha” da obra de Daniel-Rops, A Igreja dos Apóstolos e dos Mártires, com tradução de Emérico da Gama, pela Quadrante, São Paulo 1988.