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Tragédia no Rio

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Campanha SOS Sudeste

postado em 17 de fev. de 2011 17:32 por Julio Cesar Rodrigues   [ 17 de fev. de 2011 17:33 atualizado‎(s)‎ ]

14/02/2011  |  domtotal.com

Campanha SOS Sudeste já arrecadou mais de 1,5 milhão


(Foto: CNBB)

Até esta quinta-feira, 10, a Cáritas Brasileira já arrecadou R$ 1.515.022,85 [um milhão, quinhentos e quinze mil, vinte dois reais e oitenta e cinco centavos] em doação para a campanha nacional SOS Sudeste. Todo o dinheiro arrecadado será revertido em ajudas concretas às vítimas das enchentes, inundações e deslizamentos que atingiram o Sudeste do Brasil, especialmente a região serrana do Rio de Janeiro. 

Os recursos serão aplicados na aquisição de 350 toneladas de alimentos, cerca de cinco mil kits de materiais de limpeza e mais cinco mil de materiais de higiene. Além disso, utensílios para o lar, como refrigeradores, fogões, botijões de gás, panelas, pratos, xícaras, colheres, entre outros, conforme as necessidades detectadas pelas equipes locais, também serão adquiridos. Em uma fase posterior, materiais de construção e desenvolvimento de projetos de segurança alimentar e pequenos empreendimentos de geração de renda para as comunidades atingidas serão implantados. 

A campanha que segue durante o primeiro semestre deste ano, é organizada em uma ação conjunta com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). 

Colabore!

BANCO DO BRASIL 
AG. 3475-4 – C/C 32.000-5 


CAIXA ECONÔMICA FEDERAL 
AG. 1041 – OP. 003 – C/C 1490-8 


BRADESCO 
AG. 0606-8 C/C: 71.000-8 
CNPJ da Cáritas Brasileira: 33.654.419/0001-16 

Dados da catástrofe 
De acordo com os últimos dados divulgados pela Defesa Civil, até o momento 172.259 pessoas foram afetadas pelas chuvas, enchentes e desabamentos na região serrana fluminense, 14.106 ainda estão desabrigadas e 23.353 estão desalojadas. O número de mortes chega a 887. 

Acesse o site oficial da campanha SOS Sudeste, acompanhe os fatos mais recentes e faça sua doação.

CNBB

Tragédia no Rio poderia ter sido evitada

postado em 17 de jan. de 2011 18:27 por Julio Cesar Rodrigues

Especialista da Coppe-UFRJ aponta os problemas crônicos da região serrana do Rio e diz que, com pequenas intervenções técnicas, teria sido possível minimizar a catástrofe

Valter Campanato/Agência Brasil

Enchente Rio

Teresópolis - Equipes de resgate trabalham nas áreas atingidas pelas fortes chuvas que assolaram a região serrana do estado do Rio de Janeiro.

São Paulo - Desespero, dor, raiva, solidariedade. Cariocas e fluminenses estão cada vez mais íntimos dos sentimentos que acompanham as grandes tragédias. Um ano após os deslizamentos em Angra dos Reis e no morro do Bumba, o horror revisita o estado, dessa vez na região Serrana. Previsível por razões topográficas e históricas, os deslizamentos provocados pela chuva intensa nos últimos dias poderiam ter impacto minimizado caso as autoridades locais tivessem implantado um pacote de medidas de prevenção.

Em primeiro lugar, conter a expansão desordenada nas encostas e em regiões passíveis de inundações. "Toda ocupação de encosta gera problemas, a começar pela retirada de vegetação, que implica na erosão do solo", diz Maurício Ehrlich, professor de geotecnia da Coppe-UFRJ. "Falta planejamento urbano e intervenção do Estado nas regiões de risco. Não pode haver complacência".

Nem negligência. O caos que se instalou em Petrópolis, Nova Friburgo e Teresópolis não é novidade. "Enchentes em 1966 e 1988 mataram dezenas de moradores", lembra o especialista. Problema antigo, mas detectável pela características geológicas da região. Segundo Ehrlich, a Serra do Mar, que compreende as cidades afetadas, tem uma superfície recoberta por uma camada fina de terra, fácil de se desprender em temporais. Mais agravante, as camadas de rochas são entrecortadas por pequenas fendas internas. "Quando chove, a água se acumula nas rochas diminuindo a resistência e aumentando o risco de deslizamento", explica.

Quando fatores meteorológicos incomuns se combinam com condições de ocupação pouco favoráveis, a tragédia se instala, como aconteceu no Rio. Ao vir encosta abaixo, em função da forte chuva, a avalanche de terra e rocha trouxe consigo toda a água acumulada ao longo dos dias com as chuvas constantes. Destruiu casas, comunidades inteiras, ceifou vidas em poucas horas. O lado cruel é que toda essa tragédia poderia ter sido evitada, com um poder público mais atuante.

Falta planejamento e prevenção

Estratégias simples e de baixo custo teriam minimizado os impactos. Um exemplo é a instalação de um sistema de drenagem externo, para evitar o acúmulo de água nas rochas e canalizar e proteger os moradores de regiões baixas de uma possível enxurrada. Além de uma drenagem interna, por meio de perfuração, que seria capaz de retirar a água do interior das rochas. Muros de contenção e projetos de vegetação também ajudam.

Frear a expansão desordenada é crucial. "A ocupação tanto na parte alta quanto na mais baixa deve seguir um programa de engenharia", alerta o geólogo. Todo projeto de construção perto de encostas ou em regiões inundáveis deve passar por um rigoroso processo de estudos geotécnico e validado pelas autoridades locais. "Mas poucas prefeituras dispõem de um quadro técnico especializado nesse assunto", diz.

Segundo o geólogo da Coppe-UFRJ, há regiões de risco onde não deveria haver uma moradia sequer. "Tem áreas onde, com algum investimento, é possível realizar obras de contenção. Mas em outras, simplesmente não dá. E o governo local tem que agir com firmeza, retirar as famílias desses lugares a fim de evitar uma tragédia maior".

Blumenau promove campanha para ajudar vítimas de tragédia no Rio de Janeiro

postado em 17 de jan. de 2011 18:21 por Julio Cesar Rodrigues

Recolhimento vai até o dia 31 de janeiro

Foi lançada na sexta-feira, 14/01, a campanha da prefeitura de Blumenau para auxiliar as vítimas da tragédia ocorrida no Rio de Janeiro. Até o dia 31 de janeiro, serão recolhidos alimentos, roupas, colchões, itens de higiene pessoal e material de limpeza. Os pontos de coleta serão os seguintes:

  • 23º Batalhão de Infantaria
  • Quartéis da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros
  • Sede da Semascri (rua Antônio da Veiga, 439, bairro Victor Konder)
  • Centro de Referência de Assistência Social do Garcia e Centro Social Urbano do Garcia (rua da Glória, 459, bairro da Glória)
  • CRAS da Velha Grande (rua Franz Muller, 2113)
  • Instituto Planalto Responsabilidade Social (rua México, 195, bairro Ponta Aguda), que também disponibilizará equipe para buscar em casa para pessoas que não tiverem condições de deslocamento
  • Sindicato dos Empregados em Entidades Sindicais de Blumenau (rua Luiz de Freitas Melro, 365, Centro)
  • Supermercados Angeloni, Cooper, Giassi e Central Rede Top

Quando a campanha for finalizada, o material recolhido será enviado pela prefeitura ao Rio de Janeiro. Quem tiver interessado em ter um ponto de coleta pode entrar em contato com a Secretaria Municipal de Assitência Social, da Criança e do Adolescente pelo telefone 3326-6934.JORNAL DE SANTA CATARINA

Saiba como ajudar as vítimas da tragédia do Rio de Janeiro

postado em 17 de jan. de 2011 18:15 por Julio Cesar Rodrigues

Comunicação Portal Social

Postos rodoviários, supermercados e abrigos de diversas cidades do País estão recebendo donativos para ajudar as vítimas da chuva na Região Serrana do Rio. Os desabrigados e desalojados precisam de doações de água potável, alimentos, roupas, cobertores, colchonetes e itens de higiene pessoal, como sabonete, pasta de dente e fralda descartável. Veja como ajudar:

Contas para doações em dinheiro
A Prefeitura de Teresópolis disponibilizou uma conta corrente no Banco do Brasil para receber doações e ajudar as famílias atingidas pelo temporal. Com o nome “SOS Teresópolis – Donativos”, a conta corrente é número 110000-9, na Agência 0741-2. Há também a conta 2011-1, Agência 4146, da Caixa Econômica Federal. O CNPJ da Prefeitura é número 29.138.369/0001-47. Outras contas:

Prefeitura de Nova Friburgo
Banco: Banco do Brasil
Agência: 0335-2
Conta: 120.000-3

Defesa Civil – RJ
Banco: Caixa Econômica Federal
Agência: 0199
Operação: 006
Conta: 2011-0

Fundo Estadual de Assistência Social do Estado do Rio de Janeiro
CNPJ 02932524/0001-46
Banco: Itaú
Agência: 5673
Conta: 00594-7

Campanha SOS Sudeste (CNBB e Cáritas Brasileira)
Banco: Caixa Econômica Federal
Agência: 1041
Operação: 003
Conta: 1490-8

Banco: Banco do Brasil
Agência: 3475-4
Conta: 32.000-5

Postos de coleta
Rio Grande do Sul
A Defesa Civil do Rio Grande do Sul montou um posto permanente de recebimento de doações no Armazém 7 do Cais do Porto, em Porto Alegre. Além das doações no Cais do Porto, quem quiser ajudar pode ligar para o 199 ou para (51) 3210-4219.

Santa Catarina
Todos os postos do Corpo de Bombeiros de Santa Catarina (CBMSC) poderão receber donativos para as vítimas da chuva no Rio de Janeiro.Clique aqui e veja o endereço dos postos de bombeiros da sua cidade.

Rio de Janeiro
Também há diversos postos para doações na cidade do Rio de Janeiro. O site G1 possui a lista completa. 

Trabalho voluntário
O Ministério da Saúde está realizando cadastramento de profissionais da saúde que desejam ser voluntários. Os interessados devem realizar o cadastro no site www.saude.gov.br


Com informações de G1 e A Hora.

Dom José Negri publica carta pedindo a solidariedade

postado em 17 de jan. de 2011 17:58 por Julio Cesar Rodrigues

Dom José Negri publica carta pedindo a solidariedade da Diocese de Blumenau às vítimas da tragédia no Rio

  “ Em verdade vos digo:

todas as vezes que fizestes isso a um destes mais pequenos,

que são meus irmãos,

foi a mim que o fizestes “ (Mt 25,40)!

Meu caro irmão,

             As imagens que a mídia transmitiu, nesses dias, a respeito da tragédia que aconteceu no Estado do Rio de janeiro, nos deixaram bastante chocados e suscitaram lembranças dolorosas de um passado que, para muitos entre nós, faz parte ainda do presente. Quem passou por momentos assim tão trágicos pode entender a situação que tantos nossos irmãos e irmãs estão vivendo hoje.

            Ao terminar o ano passado, constatamos que muitas famílias de nossa Diocese, atingidas pelas enchentes e deslizamentos de 2008, foram beneficiadas pela solidariedade de tantos nossos irmãos de diversos lugares do Brasil e fora do país. Venho, portanto, através desta carta, apelar à sua bondade e à bondade do nosso bom povo da sua Comunidade Paroquial, para que:

 1. sejam organizados momentos de vigília e de oração pelas vítimas das enchentes e deslizamentos do Rio de Janeiro;

2. nas Missas que serão celebradas, seja colocada sempre uma intenção no inicio delas, ou nas Preces, pedindo a Deus que afaste as catástrofes do nosso país e do mundo;

3. o  amor é sempre concreto. Que se pense numa forma mais viável para arrecadação de fundos que serão enviados a uma entre as Dioceses mais atingidas. Sugerimos o prazo-limite da primeira semana de fevereiro próximo para este gesto verdadediramente cristão.

A nossa colaboração será como uma gota no oceano, mas o oceano também não existiria sem inúmeras gotas [Santa Teresa de Calcutá].

Agradeço desde já a colaboração que a sua Paróquia poderá oferecer. 

                                                                

Dom José Negri, PIME

______________________

Aos Revmos. Párocos,
em suas comunidades da
Diocese de Blumenau

Blumenau, 15 de janeiro de 2011

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